segunda-feira, 8 de abril de 2013

                                                         - O Filme : Desmundo .



- No Brasil, por volta de 1570. Chegam ao país algumas órfãs, enviadas pela rainha de Portugal, com o objetivo de casarem os primeiros colonizadores. Uma delas, Oribela, é uma jovem sensível e religiosa que, após ofender de forma bem grosseira, Afonso Soares D'Aragão se vê obrigada em casar com Francisco de Albuquerque, que a leva para seu engenho de açúcar. Oribela pede a Francisco que lhe dê algum tempo, para ela se acostumar com ele e cumprir com suas obrigações, mas paciência é algo que seu marido não tem e ele praticamente à violenta. Sentindo-se infeliz, ela tenta fugir, pois quer pegar um navio e voltar para Portugal, mas acaba sendo recapturada por Francisco. Como castigo, Oribela fica acorrentada em um pequeno galpão. Deprimida por estar sozinha e ferida, pois seus pés ficaram muito machucados, ela passa os dias chorando e só tem contato com uma Índia, que lhe leva comida e a ajuda na recuperação, envolvendo seus pés com plantas medicinais. Quando ela sai do seu cativeiro continua determinada em fugir, até que numa noite ela se disfarça de homem e segue para a vila, pedindo ajuda a Ximeno Dias, um português que também morava na região.

Ianka , Marcella , Francielle e Romário .
O Brasil Colônia compreende o período entre a chegada dos portugueses, em 1500, e a independência do país, em 1822. De 1500 a 1530, a exploração do território, então chamado Terra de Santa Cruz, era limitada a expedições para coleta e transporte de pau-brasil, madeira nobre muito apreciada no continente europeu.
Nesse período a costa foi também explorada por holandeses, ingleses e, principalmente, franceses. Apesar de não serem signatários do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu em 1494 as terras recém-descobertas), essas nações enviavam ao Brasil missões para extrair madeira.
Com o objetivo de garantir o controle do território, em 1534, o rei de Portugal, D. João III, decidiu repartir o Brasil em 15 lotes, ou capitanias hereditárias. As áreas eram doadas em caráter vitalício e hereditário aos cidadãos da pequena nobreza portuguesa, os donatários. Entre os deveres dos detentores das terras estavam governar, colonizar, resguardar e desenvolver a região com recursos próprios.

Apesar das regras de funcionamento, o sistema de capitanias hereditárias não prosperou. Entre os motivos estavam a falta de experiência de donatários na administração dos territórios, as dificuldades de comunicação e locomoção. Muitos decidiram abrir mão dos lotes a que tinham direito e regressaram à terra natal. As exceções foram as capitanias de São Vicente e Pernambuco, que prosperaram por causa dos lucros com a cana-de-açúcar.
Em razão desse fracasso, a Coroa Portuguesa estabeleceu em 1549 no Brasil um Governo-Geral, para centralizar a administração e reforçar o controle da colônia, mas as capitanias hereditárias continuaram a existir como unidades administrativas.
Em 1759, foram finalmente extintas e deram lugar às capitanias gerais. Nesse período também foram instaladas as primeiras câmaras municipais, comandadas por ricos proprietários, que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. A capital do Brasil nesse período era Salvador, já que a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A base da economia colonial era o engenho de açúcar, que utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu, além da produção de tabaco e algodão.
O Brasil se tornou o maior produtor de açúcar nos séculos XVI e XVII. As principais regiões açucareiras eram a Bahia, Pernambuco, parte do Rio de Janeiro e São Vicente (São Paulo). O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia o monopólio comercial da colônia com a Metrópole. O Brasil vendia metais, produtos tropicais e subtropicais a preços baixos, estabelecidos pela metrópole, e comprava dela manufaturas e escravos por valores mais altos, garantindo assim o lucro de Portugal.
Neste período, a sociedade colonial já tinha características bem estabelecidas, com senhores de engenho no topo da pirâmide social, seguidos por uma classe média  formada por funcionários públicos, feitores, militares, comerciantes e artesãos. Na base da sociedade estavam os escravos, de origem africana, considerados simples mercadorias.
No final do século XVII, as exportações de açúcar brasileiro começaram a declinar, como conseqüência da produção nas ilhas da América Central. Portugal passou então a buscar novas fontes de renda e teve início o ciclo do ouro no Brasil. Expedições de bandeirantes, no final do século XVII, descobriram minas de ouro nas regiões onde hoje estão os Estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Com a nova atividade, a capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
A fiscalização intensa da Coroa Portuguesa e as cobranças excessivas de imposto mobilizaram a população. Liderada por Tiradentes, a Inconfidência Mineira virou símbolo da resistência da colônia contra a exploração da Metrópole. As revoltas reuniam representantes de classes sociais diferentes, que tinham interesses em comum. Setores da sociedade estavam descontentes, o monopólio comercial já não era aceito nem pela classe dominante colonial nem pelo capitalismo internacional em expansão. As colônias inglesas da América do Norte fizeram sua independência e a idéia de emancipação política começou a influenciar a elite.
A transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), como consequência da invasão das tropas de Napoleão Bonaparte ao território português, marcou o início do processo que culminou com a proclamação da independência. Com presença da família real portuguesa, o Brasil começou a deixar as funções de colônia para assumir as de metrópole. 
Em 9 de dezembro de 1821, chegaram ao Rio de Janeiro decretos que determinavam a abolição da Regência e o imediato retorno de D. Pedro de Alcântara a Portugal, a obediência das províncias a Lisboa (e não mais ao Rio de Janeiro) e a extinção dos tribunais no Rio de Janeiro.
Alarmada com a possibilidade da recolonização, a elite brasileira favorável à emancipação do país deu apoio ao Príncipe Regente para que permanecesse no Brasil. Em 7 de Setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", extinguindo os laços de união política com Portugal. Em 12 de outubro de 1822, o Príncipe se tornou Imperador e recebeu o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1º de dezembro na capital
O filme Desmundo é simplesmente uma história muito enteresante para ser estudada, apesar de ser um filme antigo, algumas cenas podem revelar muitas coisas e mostrar que acima de tudo devemos tentar, mesmo sabendo que o nosso destino esta traçado e nada mais poderar ser feito. Como Oribela que se vêr obrigada a casar se com o Francisco para fazer suas vontades e mudar totalmente seu modo de viver para não morrer e ficar protegida contra qualquer outro homem que queira toca-la. Até conhecer Ximeno por quem se apaixona, mais no final essa grande paixão é destruida por Francisco que mata Ximeno, E depois vai embora com Oribela e o bebe de Ximeno.
Oribela era uma orfã que veio do orfanato de portugal para satisfazer desejos do homem que ira se casar. E era obrigada a fazer os desejos do seu marido.
Os homens não gostavam de dormi com as indias e com as negras...
Nesse filme retrata também o racismo que os potugueses tinham com os negros os indios, e usavam eles como seus escravos e também vendiam.

Karina, Erika e Rafhael
- Mapa Ciclos Econômicos do Brasil.

Este mapa , tem como função mostrar como funcionava o Ciclo do Brasil Colonia, durante os séculos XVI , XVII, XVIII e XIX.
E fizemos esse mapa, com base nos mapas das páginas anteriores, que mostra a Evolução da pecuária e a extinção do Pau-Brasil entre outros. E fala também sobre as expansões territoriais naquela década.



Ianka . Marcella . Francielle . Romário .
                                                                pau-brasil
                                                                       Definição

Pau-brasil é o nome genérico que se atribui a várias espécies de árvores do gênero Caesalpinia presentes na região da Mata Atlântica brasileira. O nome de nosso país teve origem nesta árvore.
                                                                    Situação atual                                                                   Atualmente, é baixa a presença de pau-brasil na Mata Atlântica. Inclusive, existe lei federal que considera crime o corte ilegal desta árvore.                                                                                                                                         
            publicado por: Lucas curvelo rodrigues, Ingrid bonifacio abraão dos santos
   n°:  21 e 15
                                                              Filme Desmundo
 .Naquela epoca poucos sabiam ler os que mais eram os padres ,as mulheres tomavão banho so de roupa e tinha que fricar jogando o balde com água em cima . As mulheres tinham que fazer a vontade deles e quem deita-se antes de casa  morreria, os Franceses queriam oferecer as orfãs em troca de poder as que fossem oferesidas e não aceitase sofriam castigo. As mulheres tinhã que fazer a vontade deles , os indios eram empregados deles, tinha indios doméstico que eram as  mulherese os homens eram tudo sigurança muitas das indias faziam serviços duro também.

Leandro de Souza Buges

domingo, 7 de abril de 2013

A importância do Barão de Rio Branco

As ações de Rio Branco estabeleceram permanentemente para o Brasil, o fechamento de suas fronteiras. Sem se valer de guerras para as conquistas territoriais o Barão utilizando sua competência para a resolução desse tipo de problema, assinou os acordos de fechamento de forma bilateral, sem deixar aberturas para grandes mudanças ou problemas " de " fronteiras, mas somente alguns ajustes " nas" fronteiras propriamente ditas.
 Entre os acordos a apropriação mais conhecida por meio desses acordos foi a inclusão do território do Acre, hoje Estado, com a capital denominada de Rio Branco.
Moeda em circulação atualmente no Brasil
  Além dessa homenagem feita no Estado, outras forma realizadas como: Sua efígie impressa nas notas de Cr$ 5 (cinco cruzeiros) de 1950, nas de Cr$1.000 (mil cruzeiros) de 1978 e no cunhado no verso das moedas de 50 centavos em circulação atualmente no Brasil.

Amanda N. de Andrade